Entender como ajudar alguém com depressão é um dos primeiros passos para fazer a diferença na vida de quem enfrenta essa doença.
A depressão, reconhecida como um transtorno debilitante, afeta 15% dos brasileiros em algum momento da vida, impactando relacionamentos e rotina.
Cada pessoa com depressão é diferente, e não existe uma receita a ser seguida para dar suporte. Em todo caso, ela precisa se sentir acolhida, e frases como “isso vai passar” invalidam suas emoções.
Então, como ajudar alguém com depressão sem invadir, julgar ou minimizar a dor? Este texto parte dessa pergunta para dar orientações realistas que vão te orientar nessa missão. Prossiga lendo para aprender sobre:
- Como ajudar uma pessoa com depressão profunda?
- Dúvidas frequentes sobre ajudar uma pessoa depressiva
- Quais as alternativas de tratamento para depressão?
- A Cannabis medicinal no tratamento da depressão
Como ajudar uma pessoa com depressão profunda?
A depressão é um transtorno mental caracterizado por tristeza profunda e persistente, acompanhada de perda de interesse nas atividades diárias, fadiga, alterações no sono e no apetite.
Suas causas são complexas e envolvem fatores biológicos, genéticos, psicológicos e ambientais.
O desequilíbrio de neurotransmissores como serotonina e dopamina pode influenciar o quadro, assim como traumas, estresse psicológico e predisposição genética
Globalmente, a depressão é um problema de saúde pública sério e muito disseminado. Pesquisas indicam que, no Brasil, cerca de 15,5% da população experimentará esse transtorno em algum momento da vida.
No contexto da atenção primária, estima-se que 10,4% das pessoas atendidas apresentem depressão, seja de forma isolada ou combinada com outras condições médicas, conforme dados da Organização Mundial da Saúde (OMS).
A OMS também aponta que a depressão ocupa a quarta posição entre as principais causas de qualidade de vida prejudicada, sendo responsável por 4,4% da carga total de doenças.
Quando se considera o tempo vivido com limitações devido à condição, ela passa a ser a principal responsável, correspondendo a 11,9%.
Pesquisas também revelam que a prevalência varia entre os sexos, atingindo até 20% das mulheres e cerca de 12% dos homens.
O transtorno pode surgir em qualquer fase da vida, mas costuma se manifestar com mais frequência no final da terceira década.
Diante de dados tão alarmantes, é necessário que saibamos como ajudar alguém com depressão.
A boa notícia é que algumas atitudes fazem toda a diferença nesse processo. Por isso, compilamos abaixo algumas das melhores maneiras de ajudar alguém com depressão e contribuir para sua recuperação. Veja:
1. Respeite o tempo da pessoa e acolha
Saber como ajudar alguém com depressão começa com uma escuta genuína. Imagine que seu amigo cancelou o encontro pela terceira vez seguida.
Em vez de cobrar explicações, você poderia dizer: “Sei que sair de casa deve ser difícil hoje. Que tal eu passar aí para tomarmos um chá?”.
A depressão muitas vezes isola a pessoa, e pressões como “Você precisa se animar!” só aumentam a culpa.
Para contornar isso, inclua gestos simples no cotidiano: enviar um áudio dizendo “Pensei em você hoje”. Essas ações mostram cuidado sem exigir energia que ela não tem.
Lembre-se: às vezes, o maior apoio que você pode dar é não tratar a depressão como um “problema a ser resolvido”.
2. Tenha proatividade e cuidado
A depressão drena a energia até para atividades básicas, como marcar uma consulta ou lavar a louça. Como ajudar alguém com depressão nestes casos? Algumas práticas são de grande valor, como:
- Combine de fazer compras juntos e leve a pessoa para um café no caminho;
- Ajude a organizar remédios em caixinhas com horários;
- Ofereça-se para cuidar de seus pets em dias críticos;
Essas ações reduzem a sobrecarga e mostram que ajudar alguém com depressão vai além do discurso — é estar na linha de frente dos desafios reais.
3. Esteja presente e tenha paciência
A recuperação da depressão não é linear. Haverá dias em que a pessoa parecer melhor e outros em que voltará a se fechar. Como ajudar alguém com depressão requer entender que recaídas fazem parte do processo.
Evite frases como “Mas você estava tão bem na semana passada!”. Substitua por: “Imagino que seja frustrante se sentir assim de novo. Estou aqui”.
Compartilhe metáforas, como comparar a depressão a uma maré — às vezes avançando, às vezes recuando, mas sempre temporária.
E incentive a criação de um “diário de progresso” para registrar pequenas vitórias, como tomar banho ou ler um capítulo de livro. Revisitar essas anotações nos dias difíceis mostra que a melhora, por mais lenta, existe.
4. Encontre e incentive a pessoa a ir em serviços de apoio
Dados do Ministério da Saúde mostram que 60% das pessoas com depressão adiam o tratamento por medo do julgamento alheio. Quebrar essa barreira pode ser decisivo.
Muitas pessoas associam terapia à “falta de força” ou acham que antidepressivos viciam. Como ajudar alguém com depressão envolve educar com gentileza.
Explique que a depressão é uma condição médica, como diabetes: requer acompanhamento especializado. Use analogias acessíveis: “Assim como um osso quebrado precisa de gesso, a depressão precisa de ajustes químicos”.
E compartilhe histórias de figuras públicas que falam abertamente sobre tratamento, como a cantora Demi Lovato ou o ator Jim Carrey.
Se a resistência persistir, sugira iniciar com grupos de apoio online, que conectam pacientes a psicólogos. Lembre-a de que a primeira consulta é apenas para experimentar — sem compromisso.
Como ajudar alguém com depressão é, acima de tudo, normalizar a busca por ajuda sem estigmas.
5. Incentive a prática de atividades prazerosas
A depressão apaga o interesse por hobbies, mas como ajudar alguém com depressão pode incluir reinserir atividades gradualmente.
Convidar para uma aula de cerâmica, por exemplo, pode ser pesado, mas propor uma sessão de pintura em casa com tintas e vinho (ou suco) é mais viável.
Estudos mostram que atividades manuais, como tricô ou jardinagem, reduzem os níveis de cortisol.
Que tal presentear a pessoa com um kit de cultivo de suculentas? Ou sugerir playlists com músicas que remetem a boas lembranças?
6. Não ignore comentários suicidas
Se a pessoa mencionar pensamentos como “Não aguento mais”, não mude de assunto. Como ajudar alguém com depressão exige coragem para perguntar: “Você está pensando em suicídio?”.
Esse questionamento direto não incentiva o ato, pelo contrário — abre espaço para acolhimento. Se ela responder que sim, aplique a técnica de validação emocional:
- Ouça sem interromper: Deixe-a desabafar.
- Valide os sentimentos: “Isso parece realmente doloroso”*
- Ofereça suporte: “Vamos pensar juntos em quem pode nos ajudar agora?”
Informe-se sobre serviços locais: no Brasil, o CAPS (Centro de Atenção Psicossocial) oferece atendimento gratuito. Como ajudar alguém com depressão inclui ter esses contatos salvos no celular para emergências.
7. Tente fazê-la refletir sobre a situação
A negação é uma armadilha comum. Como ajudar uma pessoa com depressão que insiste em dizer que só está cansado?
Em vez de confrontar, experimente: “Se um amigo seu sentisse isso, o que você diria?”. Essa técnica de projeção ajuda a pessoa a enxergar sua própria realidade sem defensividade.
Proponha uma lista simples: “Vamos escrever três coisas que mudaram no seu humor nos últimos meses?”. Ver por escrito a progressão da doença muitas vezes quebra a resistência em buscar ajuda.
Após a reflexão, ofereça apoio: “Quer que eu marque uma consulta experimental?”. Ajudar uma pessoa com depressão requer fechar o ciclo entre reconhecer o problema e agir.
8. Entenda que o tratamento é essencial
A depressão altera estruturas cerebrais — não é “falta de força de vontade”.
Se você quer ajudar uma pessoa com depressão, precisa explicar que antidepressivos não criam felicidade artificial, mas restauram a capacidade de sentir emoções genuínas.
Desmistifique a terapia. Mencione que 72% dos pacientes têm melhora após 15 sessões, segundo dados da APA (American Psychological Association).
Como ajudar uma pessoa com depressão também significa lembrá-la de que recaídas não são fracassos: cada crise tratada fortalece a resiliência.
9. Cuide de si e faça terapia
Como ajudar alguém com depressão sem desgastar sua própria saúde? A resposta é simples: estabeleça limites. Por exemplo: combine horários para conversar, evitando que o apoio se torne uma carga 24/7.
Participe de grupos para familiares, como os oferecidos pela ABRATA (Associação Brasileira de Familiares, Amigos e Portadores de Transtornos Afetivos).
E não hesite em buscar terapia para si — cuidar de suas emoções garante que você terá energia para continuar apoiando.
10. Busque conhecimento sobre o assunto
Entender a neurobiologia da depressão muda a forma de oferecer ajuda. Como ajudar alguém com depressão fica mais claro quando você sabe como a doença funciona.
Assista documentários como “A Mente Além da Medida” (disponível na Netflix) ou livros como “O Óbvio Que Ignoramos” (Fábio de Melo), que explicam a depressão sem tecnicismos.
Também explore outros artigos aqui no portal que abordam a depressão de forma minuciosa.
Dúvidas frequentes sobre ajudar uma pessoa depressiva
Quem nunca travou diante de uma mensagem não respondida, ou hesitou em perguntar “como você está?” por medo de invadir? Ajudar alguém com depressão gera dúvidas, insegurança e a urgência de fazer algo útil.
A questão central é como ajudar uma pessoa com depressão sem perder o equilíbrio entre presença e respeito aos limites — um desafio que exige mais escuta do que discursos prontos.
Por isso, preparamos algumas questões com respostas diretas para te auxiliar neste compromisso:
1. O que as pessoas com depressão querem que você saiba?
A primeira coisa é: depressão não é tristeza. Tristeza é uma emoção comum, que podemos sentir ao viver algo ruim, como brigar com uma pessoa querida ou perder o emprego.
A depressão, por outro lado, é um sentimento de vazio que persiste por semanas, meses, anos, e pode mudar, até mesmo, a personalidade e os interesses da pessoa afetada.
A pessoa depressiva também quer que você entenda que ela pode se afastar justamente por gostar de você, seja por medo ou culpa de decepcioná-lo.
2. O que não falar para uma pessoa depressiva?
Dizer frases como “você vai sair dessa” não ajuda, pois a depressão não é algo que se supera apenas com força de vontade. Trata-se de uma doença que exige acompanhamento psicológico e tratamento médico.
Infelizmente, a pessoa com depressão tende a ver o mundo de uma forma muito mais triste e negativa. E isso não é uma escolha dela.
Por isso, não adianta pedir que ela pare de se sentir assim. Mais uma vez, o papel de quem quer ajudar é encontrar caminhos efetivos para a recuperação da pessoa, não julgar ou fazer pedidos que ela pode atender no momento.
3. Como ajudar uma pessoa com depressão por mensagem?
A comunicação digital tornou-se uma ferramenta útil para manter conexões, especialmente quando o contato presencial é limitado.
Saber como ajudar uma pessoa com depressão por mensagem exige sensibilidade para evitar frases genéricas como “melhorar logo” ou “pensar positivo”.
Essas expressões, embora bem-intencionadas, soam como minimização do sofrimento. Em vez disso, opte por mensagens que validem os sentimentos: “Sei que isso é difícil, mas estou aqui para o que precisar”.
A escolha do momento certo para enviar mensagens também importa. Perguntar “Posso te ligar mais tarde?” demonstra respeito pelo espaço do outro.
Se a resposta for negativa, reforce seu apoio: “Tudo bem, estarei aqui quando quiser conversar”. Pessoas em crise podem demorar a responder, e pressioná-las aumenta a sensação de culpa.
E evite transformar conversas em interrogatórios. Em vez de “Por que não sai da cama?”, experimente “Como está se sentindo hoje?”.
Como ajudar uma pessoa com depressão não significa resolver todos os problemas, mas ser uma presença constante e acolhedora, mesmo à distância.
4. Quanto tempo dura uma crise depressiva?
A duração de uma crise depressiva varia radicalmente, tornando impossível estabelecer prazos fixos. Fatores como gravidade dos sintomas, histórico clínico e acesso a tratamento influenciam diretamente esse período.
Em média, episódios não tratados podem durar de seis meses a dois anos, mas intervenções adequadas encurtam significativamente a linha do tempo.
Como ajudar uma pessoa com depressão durante esse período requer paciência, já que a recuperação raramente é linear.
A percepção do tempo durante uma crise também é distorcida para quem vivencia. Dias podem parecer intermináveis, alimentando a sensação de que a melhora nunca virá.
Importante ressaltar que a cronificação da depressão ocorre em menos de 15% dos casos, principalmente quando há abandono do tratamento. Manter uma rede de apoio ativa e evitar julgamentos aceleram a recuperação.
5. Como acalmar uma pessoa depressiva?
Inicie garantindo um ambiente seguro: reduza estímulos externos como luzes fortes ou barulhos excessivos. Ofereça um copo d’água ou um cobertor — gestos simples que reconectam a pessoa ao corpo.
Como ajudar uma pessoa com depressão nesses momentos inclui evitar frases como “Calma, vai passar”, que podem invalidar a dor. Prefira afirmar: “Não precisa enfrentar isso sozinho(a)”.
Técnicas de respiração guiada são efetivas, mas devem ser sugeridas com delicadeza. Experimente dizer: “Vamos respirar juntos por um minuto?” em vez de ordenar “Respire fundo”.
A participação ativa cria uma parceria, não uma hierarquia. Permita silêncios sem pressionar por respostas, mantendo-se fisicamente próximo.
Distrações suaves podem interromper espirais de pensamentos negativos. Propor uma caminhada curta, assistir a um vídeo leve ou ouvir música juntos desvia o foco da crise sem forçar animação.
Em casos de choro ou hiperventilação, repita frases curtas e afirmativas: “Estou aqui”, “Você está seguro(a)”.
Quais as alternativas de tratamento para depressão?
A primeira regra para como ajudar uma pessoa com depressão é abandonar a ideia de soluções universais. O tratamento para depressão envolve a combinação de medicamentos e terapias.
Terapias conversacionais, como a cognitivo-comportamental, são a primeira linha terapêutica. Elas remodelam conexões cerebrais, ajudando a identificar padrões de pensamento que perpetuam o sofrimento.
Já a terapia interpessoal mergulha em conflitos não resolvidos — uma briga familiar esquecida ou um luto mal elaborado podem ser combustível para crises.
Quando a mente resiste, entram os medicamentos. Sertralina e fluoxetina e outros fármacos destravam a serotonina, aliviando sintomas em semanas.
Mas há quem precise de armas mais potentes: os IRSNs, como a venlafaxina, trabalham também na noradrenalina, neurotransmissor ligado à energia.
Em casos extremos, antidepressivos tricíclicos — como a amitriptilina— entram em cena, apesar dos efeitos colaterais que exigem monitoramento constante.
O tratamento da depressão também inclui praticar exercícios aeróbicos que elevam o BDNF, uma proteína que repara neurônios danificados.
E para casos graves, técnicas como a estimulação magnética transcraniana (EMT) usam pulsos magnéticos para “reiniciar” áreas cerebrais em coma emocional.
No âmbito da alimentação, ômega-3 de peixes gordurosos e castanhas ricas em zinco modulam inflamações ligadas ao humor. Nada disso substitui um tratamento formal, mas pode dar um empurrão quando tudo parece estagnado.
A Cannabis medicinal no tratamento da depressão
Imagine tentar 5 antidepressivos, 3 terapias e ainda sentir que seus sintomas não passam… Esse é o cotidiano de 40% dos pacientes com depressão resistente.
Para eles, são necessárias várias abordagens complementares a fim de fazer com que esses medicamentos funcionem, e a Cannabis medicinal é uma delas.
Os benefícios da Cannabis na depressão são provenientes dos canabinoides, moléculas que imitam substâncias que nosso próprio corpo produz para regular o humor.
O CBD, por exemplo, acalma a amígdala cerebral, região que entra em pane durante crises de ansiedade. Já o THC, em doses controladas, pode reacender a capacidade de sentir prazer, algo obliterado pela depressão severa.
Dados mostram que 6 em cada 10 pacientes com histórico de falha terapêutica relatam melhora no sono e na motivação após o uso de Cannabis medicinal.
Mas a Cannabis não age sozinha. Por ser um tratamento adjuvante, ela potencializa a terapia e os fármacos convencionais, como se desse um “upgrade” na química cerebral.
Em países como Israel e Canadá, médicos já prescrevem combinações específicas de CBD/THC para casos de depressão associada ao estresse pós-traumático, sempre com acompanhamento rigoroso.
E o que muitos não sabem é que esse tratamento é feito por meio de óleos e cápsulas, sem qualquer efeito colateral grave. Para quem está há anos no escuro, esta pode ser uma grande virada de chave.
Quais os benefícios comprovados da Cannabis para depressão?
Um estudo de 2023 acompanhou 368 pessoas usando Cannabis medicinal contra depressão e ansiedade.
O resultado? Quem usou os derivados da planta teve redução de 42% nos sintomas depressivos em 3 meses, contra apenas 18% no grupo controle.
Os usuários relataram dormir 1h30 a mais por noite em comparação a antes do tratamento, além de uma queda de 60% na intensidade de dores crônicas — dois fatores que alimentam o ciclo depressivo.
O mais curioso é que quem começou a usar Cannabis durante a pesquisa teve alívio mais rápido da ansiedade social, um dos fantasmas da depressão.
Já os que pararam de usar não voltaram ao ponto zero, sugerindo que os efeitos protegem contra recaídas por algum tempo.
Outro dado relevante é que os pacientes que combinavam Cannabis com terapia tiveram 3x mais chances de atingir remissão total dos sintomas em 6 meses.
Contudo, o mesmo estudo mostrou que altas doses de THC, proveniente da Cannabis de fontes ilegais, podem piorar a apatia em 15% dos casos.
Outra pesquisa de 2018 evidenciou o envolvimento do sistema endocanabinoide na depressão, e diz que os agonistas e antagonistas deste sistema podem agir de forma semelhante aos antidepressivos.
Os pesquisadores alegam que os canabinoides estimulam a atividade neuroprotetora e a liberação de serotonina e noradrenalina, neurotransmissores que regulam o sono, a dor e o humor.
Por isso, o acompanhamento médico é extremamente importante para que esta terapia tenha sucesso.
Em LIVE no portal Cannabis & Saúde, a Dra. Cintia Braga explica em detalhes os impactos dos canabinoides sobre o humor, além de compartilhar informações relevantes a respeito deste tratamento. Clique aqui e confira!
Como falar com a pessoa com depressão sobre tratamentos alternativos?
Quando se trata de falar com uma pessoa depressiva sobre tratamentos alternativos, é importante abordar o assunto com empatia, respeito e compreensão.
Escolha um momento em que a pessoa esteja mais receptiva a conversas e não deixe de mostrar preocupação e empatia com sua condição. Informe-se a respeito de tais alternativas para ter bons argumentos e embasamento.
Também é importante que você ofereça suporte na busca por esses tratamentos, mas respeite a autonomia do paciente caso ele recuse sua sugestão.
Lembre-se que, apesar de estar fragilizada pela doença, a pessoa com depressão ainda é capaz de tomar decisões.
Onde encontrar um tratamento à base de Cannabis Medicinal?
Caso a pessoa aceite tentar tratamentos alternativos, como a Cannabis, a primeira coisa que você precisa fazer é encontrar um médico prescritor com experiência no assunto.
No Portal Cannabis e Saúde, você encontra uma lista com mais de 300 médicos prescritores, de diversas especialidades, que poderão te orientar da melhor maneira sobre o início desta jornada.
Após realizar a consulta com o profissional e entender se esse tipo de tratamento é adequado para a pessoa, ela receberá uma prescrição médica, necessária para a compra do produto em farmácias ou via importação.
Portanto, acesse nossa plataforma de agendamento e marque uma consulta para você ou alguém que você conheça, e converse com os especialistas experientes em terapias canabinoides para transtornos de humor!
Conclusão sobre como ajudar uma pessoa com depressão
A depressão é uma doença cheia de camadas, que requer tentativas diversas de tratamento até encontrar aquele em que a pessoa se adapte melhor.
Além de profissionais, amigos e familiares também podem dar suporte a pessoas fragilizadas por essa condição. Mas, para isso, é importante se informar e incentivar a busca por novas alternativas terapêuticas.
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